quinta-feira, 19 de abril de 2018

Bom desempenho - Ótimo resultado

Foi um bom jogo. Bem jogado, equilibrado, disputado, sem catimba e com bom futebol. Nem parecia jogo de time brasileiro contra time argentino. O Corinthians suportou bem a pressão e soube se impor na casa do adversário ao jogar de igual para igual, sem se deixar influenciar pela torcida local, mantendo o equilíbrio, a paciência e a serenidade. Concentrado e organizado, bem postado defensivamente, fechou os espaços sem abdicar dos contra ataques, infelizmente perdidos por erros ao finalizar. O jogo mostrou um Corinthians maduro, inteligente, cascudo, que sabe jogar a Libertadores e que em nenhum momento perdeu o controle tático e emocional. Um time que sabia o que queria, o que fazia e onde queria chegar. No seu jogo a jogo, Carille se supera a cada partida, conseguindo adequar o time às características do adversário, para vencer os obstáculos e os desafios. 
Gol
Gol - Todas as narrações
O gol saiu aos 35 minutos da etapa final. Em cruzamento na esquerda, Matheus Vital encontrou Jadson em posição regular dentro da área que, de cabeça, desviou para o gol e colocou os brasileiros à frente do placar. 
O Independiente chegou a empatar numa cobrança de falta, mas o gol foi anulado pela arbitragem por impedimento. Se não houve o impedimento, também não houve a falta que deu origem ao lance. São os deuses do futebol impedindo uma injustiça e fazendo valer a lei de ação e reação. 
Destaque no jogo para a dupla Jadgrinho. Romero também foi importante e a entrada de Matheus foi Vital para a vitória. Os piores em campo foram Clayson e Sidcley. 
Com o resultado, o Corinthians alcançou sete pontos na Libertadores, abrindo três de vantagem sobre o Millonarios, segundo colocado, e quatro sobre os argentinos e os venezuelanos do Deportivo Lara. Agora, serão dois jogos em casa e apenas um como visitante, um grande passo rumo à vaga nas oitavas.
Na próxima rodada da chave, Corinthians e Independiente voltam a se enfrentar, dessa vez na Arena Corinthians em Itaquera, às 21:45 horas (de Brasília) do dia 2 de maio. Antes disso, porém, o Timão enfrentará, pelo Campeonato Brasileiro, o Paraná neste domingo, 22/04, às 11:00 horas (de Brasília), na Vila Capanema, em Curitiba, e o Atlético-MG, no dia 29/04, às 16:00 horas, no estádio Independência em Belo Horizonte. 

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segunda-feira, 16 de abril de 2018

Começar de novo

Ainda comemorando mais um Paulistão e já temos pela frente mais um desafio: buscar o octa do Brasileirão. E começamos bem, com uma vitória que, apesar de apertada, garantiu os três primeiros pontos no campeonato e consagrou o Rodriguinho, o herói da partida. 
Foi um jogo complicado, com o Fluminense bem postado e retrancado, com cinco defensores, mas sem abdicar de atacar. Tivemos muita dificuldade, cometemos erros, entre eles o responsável pelo gol deles, mas no final, brilhou a estrela do Rodriguinho, com a colaboração das mudanças promovidas pelo Carille: a entrada de Emerson, Maycon e Pedrinho. O garoto, o novo xodó da Fiel, deu outra dinâmica na partida, e Maycon e Emerson participaram do gol que definiu a vitória. 
Gols
O melhor jogador da partida foi o Rodriguinho. Méritos, também para o "menino" Sheik, que deu o passe para o gol que consagrou a vitória, para o Maycon que iniciou a jogada e para o Romero, que deu assistência para o primeiro gol. Destaque negativo para o Clayson, que errou muito, e para o Renê Júnior que, sentiu falta de ritmo de jogo. 
Com mais posse de bola, (59%), o Corinthians acertou apenas duas das suas 11 finalizações, os dois gols do Rodriguinho. O Fluminense finalizou mais, (4 vezes certas e 9 erradas), mas tínhamos o Cássio para defender. Mas ainda precisamos melhorar nos principais fundamentos, pois erramos 50 passes, 27 cruzamentos e 19 lançamentos. E manter a concentração durante os 90 minutos. 
Apesar da desconcentração em muitos momentos do jogo, dos erros e das dificuldades, garantimos a vitória e os três pontos. Foi um bom começo, o pontapé inicial para a busca de uma nova conquista. Que as falhas sejam corrigidas, que passe logo a ressaca do título paulista, que se resgate a concentração dos jogadores para que essa nova caminhada em busca de mais um título obtenha o sucesso desejado por toda a Nação Corinthiana.
Na próxima rodada, o Corinthians enfrentará o Paraná, no próximo domingo, às 11:00 horas (de Brasília), na Vila Capanema, em Curitiba. Antes, porém, ele terá o compromisso frente ao Independiente-ARG, na quarta-feira, na Argentina, pela terceira rodada do Grupo 7 da Copa Libertadores da América. Já o Fluminense enfrentará o Cruzeiro, também no domingo, às 16:00 horas (de Brasília), no Maracanã. 

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terça-feira, 10 de abril de 2018

Campeão na raça e na competência

Sei que estou atrasada com o post do título, mas a emoção foi tamanha, que nem consegui raciocinar e explicitar em palavras tudo o que senti com essa conquista. Já na sexta feira, fiquei embasbacada com o apoio da Fiel em Itaquera. Não que me surpreendesse, pois não foi a primeira nem será a última vez em que a Fiel Torcida nos emociona com sua devoção ao nosso Timão. Mas a forma utilizada nesse apoio, em que, mesmo de longe era possível sentir a troca de energia entre a Torcida e seu Time, foi algo tão esplendoroso que, sem dúvida, foi ali que o Corinthians começou a ganhar o jogo que lhe garantiu o 29º título no campeonato paulista. 
Não vou me deter sobre o jogo em si, pois toda a mídia já tratou do assunto à exaustão. Prefiro focar na grandeza do Corinthians e na sua capacidade de superar limites, protagonizadas, principalmente, pelo Carille, sua comissão técnica e pelos jogadores. 
Carille, o grande comandante, em pouco mais de um ano conquistou seu terceiro título consecutivo, com um time sem grandes astros, com um elenco considerado inferior e desacreditado pela imprensa, sem centro avante e com perdas de jogadores decisivos do elenco de 2017. No entanto, foi suficientemente competente para tirar de cada atleta o seu melhor e tudo o que cada um fosse capaz de dar, nos gramados e fora de campo. Foi capaz de mudar o time conforme a necessidade e as características de cada adversário, de manter a motivação e o alto astral mesmo em situações adversas, de manter o grupo unido e coeso, de garantir a esperança e a confiança. Carille e sua comissão técnica acreditaram sempre, não desistiram nem mesmo quando tudo parecia difícil, mostrando que não existe o impossível para um time de guerreiros e que a perda de algumas batalhas, necessariamente, não significa que a guerra esteja perdida. E foi esse espírito de grupo, aliados à garra, à raça e à mística corinthiana que garantiu mais uma conquista alvinegra. Ouso afirmar que Carille fez o "milagre" de, mesmo sem estrelas, fazer brilhar uma constelação. 
Mas toda a competência e habilidade da comissão técnica seriam inúteis se os jogadores não tivessem feito a sua parte e seguido suas orientações. A disciplina tática e a entrega estiveram presentes em todo o campeonato. Acataram as determinações do técnico, alguns jogaram improvisados ou no sacrifício, superando desgastes e o curto prazo de recuperação entre os jogos, e o time foi guerreiro e determinado. Obviamente, falharam em alguns momentos, mas na hora decisiva foram além dos limites individuais, superando as dificuldades e vencendo os obstáculos. Cada um, dentro de suas características, deixou a sua marca. Na conquista do título, valeram a experiência do Danilo, do Ralf, do Emerson e do Jadson, a segurança do Cássio, a energia juvenil do Maycon, Matheus Vital e Pedrinho, a liderança do general Balbuena, a habilidade do Rodriguinho, a garra do Clayson e do Romero, a marcação do Fagner, do Gabriel, do Henrique e do Sidcley ... De formas diferentes, cada jogador deu o seu melhor, mas foi o coletivo, a força do conjunto que foi capaz de formar o todo harmonioso e, como fiéis mosqueteiros, "um por todos e todos por um", garantiram mais um troféu para o Coringão. 
Fomos campeões na raça, superando times caros e recheados de estrelas, e testemunhando, mais uma vez, que se o dinheiro ajuda na contratação de jogadores caros e badalados, ele, sozinho, não é capaz de formar um time vencedor.

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quarta-feira, 4 de abril de 2018

Tudo muito estranho

Foi um jogo muito estranho. Eles acharam um gol e depois se defenderam. Também apitaram o jogo e bateram. Foram maldosos nas faltas e fizeram cera, com a conivência de um juiz acuado por ameaças palmeirenses. Não havia entendido a desastrosa arbitragem até tomar ciência das declarações do árbitro principal que disse ter recebido mais de 25 mil mensagens ameaçadoras de palmeirenses. Ver a matéria no site Meu Timão: 
Aliás, só entendi sua atuação após tomar conhecimento de suas declarações. Agora está explicada a sua atuação e suas omissões. Ele deixou o Dudu apitar o jogo, inverteu faltas, não coibiu a violência e não deu um pênalti em mão na bola do Antônio Carlos dentro da área. Veja o vídeo: 
Infelizmente, o Corinthians não teve a frieza necessária e entrou na pilha adversária. E, por conta disso, perdemos o Clayson para o jogo de volta, quando teremos de vencer por dois gols de diferença. A vitória por um gol leva a decisão para os pênaltis e o empate, por qualquer placar, dá o título ao Palmeiras. 
Apesar do resultado adverso, ainda temos 90 minutos para fazer no Allians Park o que não conseguimos fazer em Itaquera. É hora de colocar o coração na ponta da chuteira, de jogar com a faca nos dentes e sangue nos olhos, com determinação, mas sem afobação. De usar todos os recursos disponíveis, de jogar com garra, de manter a frieza e não perder a concentração. Temos que buscar a vitória e esse título. E se não for na técnica, que seja na raça. 

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quinta-feira, 29 de março de 2018

Superando limites

Foi o jogo da superação. 
Superação do placar adverso, revertido aos 47 minutos da etapa final, numa magistral cobrança de escanteio pelo Clayson para uma cabeçada certeira do Rodriguinho. 
Superação do adversário na cobrança de pênaltis, com impecável participação do goleiro Cássio, que sempre cresce nas decisões. 
Superação do cansaço da viagem do Fagner, que voltou da Alemanha, onde estava com a seleção brasileira, direto para o jogo em Itaquera.
Superação da contratura da coxa do Rodriguinho que, mesmo jogando no sacrifício, fez o gol que levou à decisão por pênaltis. 
Superação da condição física do Clayson que, mesmo com câimbras, cobrou o escanteio com perfeição. 
Superação da idade do Emerson, que correu como um garoto, e foi o melhor jogador do primeiro tempo. 
Superação da pouca experiência do Pedrinho e do Matheus Vital, que compensaram a pouca idade com muita qualidade, com a bola rolando e na cobrança dos pênaltis. 
Superação da torcida anti e de parte da imprensa que já davam como certa a eliminação do Timão. 
Superação da soberba do adversário que até tentou vender ingressos para a final, mesmo antes da bola rolar em Itaquera. 
Superação da retranca tricolor que não queria deixar o Corinthians avançar. 
Superação da cera dos são paulinos, nas reposições de bola e nas cobranças de lateral. 
Superação dos desfalques daqueles que, por convocações e lesões, não puderam entrar em campo. 
Superação de todos os limites impostos pelas circunstâncias, de todas as dificuldades e obstáculos e da desconfiança daqueles que não acreditaram.  
Superação pela raça, pela entrega e pela dedicação. Superação pela mística e pela alma corinthiana. Alma de mais de trinta milhões de torcedores que, com sua vibração, emanaram energias para os onze que estavam em campo, fortalecendo-os na luta e na superação de tudo que pudesse limitá-los. 
E assim, superando limites, o Corinthians, numa noite heroica em Itaquera, carimbou o passaporte para mais uma final de campeonato. Porque aqui é Corinthians, aqui é Timão, aqui é raça, aqui é superação. 

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domingo, 25 de março de 2018

Misto frio

O mistão do Corinthians sucumbiu no Morumbi. Foi um jogo feio, muito fora dos padrões dos times do Carille. Os desfalques pesaram e fizeram muita falta. Dessa vez Carille não conseguiu tirar leite de pedra e sofremos os 90 minutos. Mesmo com três volantes, o time não conseguiu parar o adversário, a defesa vacilou, o meio campo pouco criou e o ataque pouco finalizou. Faltou organização, faltou entrosamento e faltou concentração. Os jogadores pareciam perdidos, errando passes e perdendo a bola. Com sete ausentes (Fagner, Balbuena, Renê Júnior, Jadson, Rodriguinho, Clayson, Romero) a comissão técnica alvinegra não conseguiu montar um time capaz de segurar o motivado time tricolor, que sentiu menos os seus desfalques (Anderson Martins, Edimar, Júnior Tavares, Hudson, e Valdívia, Rodrigo Caio, e Cueva). E tudo indica que a ausência inesperada de Rodriguinho, que se contundiu no aquecimento, desnorteou ainda mais o time, que já vinha bastante remendado. 
Carille pecou por excesso de zelo ao escalar a equipe com três volantes, deixando o meio campo sem capacidade de criação. Emerson, que substituiu o Rodriguinho, é um atacante e não sabe armar o time. Júnior Dutra, além de não ser jogador de criação, se atrapalha sozinho e apanha da bola. Teria sido mais adequado ter entrado com Pedrinho, que se movimenta bem e é jogador de infiltração. 
As substituições foram tardias e não surtiram efeito. Deveria ter voltado do vestiário com Pedrinho no lugar de um dos volantes e Danilo ou Matheus Matias no de Junior Dutra. Colocar o Pedrinho aos 30 minutos da etapa final e criticá-lo porque ele não resolveu o jogo, como alguns fizeram nas redes sociais, só pode ser má fé. Sua entrada tornou o time mais dinâmico, mas ele não joga sozinho. Lucca pouco produziu e hoje perdeu mais uma oportunidade de mostrar serviço. Matheus Vital movimentou-se bem, chamou o jogo, foi o mais criativo do time, mas foi prejudicado pela má atuação coletiva. 
Mesmo com 57% de posse de bola, o Corinthians não conseguiu se impor, finalizou pouco (6 finalizações, 3 certas e 3 erradas, contra 12 do São Paulo, 3 certas e 9 erradas), errou 39 passes, 22 cruzamentos, 13 lançamentos e foi desarmado 18 vezes. Com esses números, não dá para creditar o mau resultado só na conta do Mantuan, que errou o lançamento que originou o gol são-paulino, mas antes, tinha travado Nenê na hora certa dentro da área. Volante de origem, está jogando improvisado na lateral direita, posição que não temos reserva para o Fagner, que está a serviço da seleção. 
Os melhores corinthianos em campo foram Matheus Vital, Emerson, Pedrinho e Sidcley. Júnior Dutra e Lucca foram os piores. No entanto, como o coletivo foi mal, o time não conseguiu nem empatar o jogo. 
Com o resultado, o Corinthians precisa vencer por dois gols de diferença no jogo de volta. A vitória por um gol leva a decisão para os pênaltis e o empate, por qualquer placar, classifica o São Paulo. A partida está marcada para a próxima quarta feira, 28/03. às 21:45 horas, na Arena Corinthians, em Itaquera. 

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sexta-feira, 23 de março de 2018

O avesso do avesso

Se no Pacaembu o Corinthians fez um jogo do avesso, em Itaquera o time se redimiu e fez uma ótima partida. O jogo foi o avesso do avesso, um dos melhores do ano, em que não faltou raça nem vontade e sobrou técnica e tática. Incrível a capacidade do Carille fazer a leitura do jogo e de se reinventar conforme o estilo do adversário, bem como sua coragem em mudar o que precisa ser mudado. O jogo começou intenso, com o Bragantino marcando muito e o Timão buscando os gols. Na retranca e fazendo muita cera, o adversário tentava parar um Corinthians concentrado, focado e aguerrido, muito diferente do time que jogou no Pacaembu. 
Pressionado pelo resultado adverso do jogo de ida e precisando da vitória por dois gols, Carille mudou o esquema tático para o 4-2-3-1, colocou em campo jogadores mais altos para contrapor à bola aérea do Bragantino, e as mudanças surtiram o resultado esperado. Com boa movimentação, mas sem afobação, embora bem marcado, o time mostrou um bom poder ofensivo, variando as jogadas para surpreender o adversário, com infiltrações dos volantes, chutes de média e longas distâncias e triangulações. Com 65% de posse de bola e com melhor poder de criação do meio campo e dos laterais, o Corinthians finalizou 24 vezes, 7 certas e 17 erradas, contra 8 do Bragantino, duas certas e 6 erradas, acertou 508 passes e errou 46. Pela esquerda, a dupla SidClayson infernizou a defesa do Bragantino e, embora com deficiências técnicas, Júnior Dutra cumpriu um importante papel segurando os zagueiros adversários. 
Gols
Os dois gols saíram no primeiro tempo. Aos 29 minutos Sidcley recebeu passe de Ralf na esquerda, avançou em velocidade e bateu cruzado, Guilherme Mattis, zagueiro do Bragantino, tentou interceptar e evitar o gol, mas acabou desviando para dentro da própria meta. Aos 44 minutos, Maycon recebeu a bola de Rodriguinho e da entrada da área bateu de esquerda, acertando o ângulo do gol de Alex Alves. Um golaço para carimbar a classificação para a fase semifinal. 
O jogo demonstrou a força do elenco, a capacidade da comissão técnica e a garra dos jogadores que, incansáveis, deram o seu melhor em campo e, com poucos sustos, sempre nas bolas aéreas, conseguiram reverter um resultado adverso e a obtenção da classificação. 
Individualmente, merecem destaque as atuações de Maycon, Ralf, Sidcley e Clayson. Rodriguinho não rendeu tudo o que pode, embora tenha dado o passe para o segundo gol, Matheus Vital mostrou estar em condições de assumir a titularidade e Júnior Dutra, apesar de limitado tecnicamente, cumpriu um papel tático importante. 
Com o resultado, o Corinthians, classificado para a fase semifinal do Campeonato Paulista, enfrentará o São Paulo em dois jogos, o primeiro no estádio Morumbi, no próximo domingo, 25/03, às 16 horas, e o segundo, na próxima quarta feira, 28/03, às 21:45 horas, na Arena Corinthians, em Itaquera. 

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