segunda-feira, 22 de maio de 2017

Valeu o resultado - Já o jogo...

Gol
Valeu o resultado que garantiu os três pontos para o Timão. Já o jogo foi apenas sofrível. Após um primeiro tempo de dar sono até em energético, o time voltou do vestiário acordado e mais antenado. O Corinthians, que tinha dificuldades na transição, melhorou com as mexidas do Carille, que fez uma leitura correta do jogo, ao trocar o volante Maycon pelo meia atacante Marquinhos Gabriel e ao alterar o posicionamento do Jadson e do Rodriguinho, o que deu mais força ofensiva à equipe. Logo no seu primeiro lance, Marquinhos Gabriel roubou a bola no campo defensivo, tabelou com Jadson e deu o passe para Jô abrir o placar na Fonte Nova. Tomara que seja sua volta por cima, após não ter rendido o que dele se esperava. Qualidade técnica ele tem, faltava maior comprometimento. Com esse gol, Jô, com nove gols, assume a artilharia da temporada, seguido por Rodriguinho, com oito gols. 
Além da soneca da etapa inicial, a lesão do Balbuena, foi outro destaque negativo da partida. Embora a entrada de Léo Santos não tenha comprometido o desempenho da equipe, poderemos ter problemas na zaga, pois Pablo e Vilson também estão no Departamento Médico. 
Jô foi o melhor jogador em campo, seguido de Marquinhos Gabriel. Num campeonato longo é fundamental que todos estejam bem e entrosados no time, razão pela qual o bom desempenho do meia nos dá esperança de melhoras no campo ofensivo.
Com o resultado, o Timão ocupa o 5º lugar no campeonato, com 4 pontos em 6 disputados, uma vitória, um empate e 67% de aproveitamento. Mas o campeonato é longo, ainda é cedo para fazer previsões e o importante é manter-se no pelotão da frente. 
Ficha Técnica - Vitória 0 X 1 Corinthians
Local: Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)
Data: 21 de maio de 2017, domingo
Horário: 16:00 horas (de Brasília)
Árbitro: Pericles Bassols Pegado Cortez – PE (CBF)
Árbitro assistente 1: Clovis Amaral da Silva - PE (CBF)
Árbitro assistente 2: Cleberson do Nascimento Leite - PE (CBF)
Quarto árbitro: Marcelino Castro de Nazare - PE (CBF)
Árbitro assistente adicional 1: Gilberto Rodrigues Castro Junior - PE (CBF)
Árbitro assistente adicional 2: Deborah Cecilia C. Correia - PE (FIFA)
Público: 16.515 pagantes
Renda: R$ 460.438,50
Cartão amarelo: Marquinhos Gabriel (Corinthians)
Gol: Corinthians: Jô, aos 30 minutos do segundo tempo
Vitória: Fernando Miguel; Leandro Salino, Alan Costa, Fred e Geferson; Willian Farias, Uillian Correia (Euller) e Cleiton Xavier (Pisculichi); Paulinho, David e Rafaelson (Jhemerson); Técnico: Dejan Petkovic
Corinthians: Cássio; Fagner, Balbuena (Léo Santos), Pedro Henrique e Guilherme Arana; Gabriel, Maycon (Marquinhos Gabriel), Jadson (Paulo Roberto), Rodriguinho e Romero; Jô; Técnico: Fábio Carille 

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Marcelo Malaquias/Framephoto/Gazeta Press 

segunda-feira, 15 de maio de 2017

A maratona pesou

Cinco jogos decisivos, viagem para o Chile, mudança de clima e um vírus foram suficientes para deixar o time baleado. É natural uma baixada da adrenalina após grandes emoções, o campeonato está só no início e o empate não é motivo para desespero nem para achar que, por isso, o time é ruim. É o mesmo time que venceu o Paulista e deu uma aula de futebol na Universidad de Chile. Oscilações são comuns e ainda precisamos de algumas peças de reposição. Pesou o cansaço, pesou a queda da adrenalina após cinco jogos desgastantes, pesaram as pernas dos jogadores, que não conseguiram manter o ritmo na etapa final e deixaram o Chapecoense empatar o jogo. 
Após um bom primeiro tempo, a queda de rendimento foi nítida. Depois do intervalo, o Corinthians não conseguiu manter o ritmo e sucumbiu à marcação do Chape. O cansaço era visível e a maratona de jogos decisivos cobrou o seu preço. Após o gol que empatou a partida, os jogadores descontrolaram-se e, afobados, não mantiveram o equilíbrio e a concentração necessárias para virar o jogo. Com dificuldade na criação e com os jogadores baleados, conseguimos segurar o empate. E lá se foram dois pontos perdidos em Itaquera. Num campeonato de pontos corridos, em casa jamais poderemos ter pontos perdidos. A contusão de Pablo fez Carille perder uma substituição ofensiva, no momento em que faltavam pernas para nossos atletas. Pedrinho poderia ter possibilitado maior movimentação ao time e mais infiltração, mas o técnico optou por Kazin, que nada acrescentou à equipe alvinegra. 
É preocupante o fato do time não estar conseguindo vencer na Arena. Embora o cansaço, a maratona de jogos e a gripe possam ser atenuantes, é urgente que Carille busque alternativas, o que implica, necessariamente em melhor utilização de setor ofensivo, inclusive com reforços para algumas posições. E, dependendo da gravidade da lesão do Pablo, a contratação de mais um zagueiro. 
Felizmente, teremos uma semana cheia, tempo necessário para o descanso e recuperação física e psicológica dos jogadores, bem como para a correção das falhas da equipe. Os dois próximos jogos serão fora e precisamos recuperar os pontos perdidos na Arena. E que venha a primeira vitória. 

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quinta-feira, 11 de maio de 2017

Uma aula para a Universidad

Sim. Foi uma aula de futebol em que os operários de Carille foram aprovados e os universitários do Chile foram reprovados. E eliminados. Com um primeiro tempo impecável, o Corinthians, que já trazia uma boa vantagem de Itaquera, garantiu sua classificação tranquilamente e sem susto. Com 2 a 0 no jogo de ida e podendo até perder o jogo por um gol de diferença, o time não se acomodou e segurou a pressão, mesmo com o time chileno vindo pra cima no início da partida. Cássio, preciso e seguro, fechou o gol, Rodriguinho e Jadson marcaram para o Timão, acabando com a esperança dos chilenos reverterem o resultado. No placar agregado 4 a 1 para o Corinthians e a volta para o Brasil com a classificação na bagagem. 

Mesmo com dois desfalques importantes na defesa, Fagner e Pablo, os corinthianos conseguiram segurar o ímpeto inicial do time da Universidad de Chile. Infelizmente, Léo Príncipe, que fazia uma boa partida, sentiu dores na coxa e precisou ser substituído. Em seu lugar entrou o volante Paulo Roberto, improvisado como lateral direito. 

Com sua organização tática, os comandados do Carille, num jogo coletivo com muito comprometimento, raça e determinação não se deixaram intimidar pelos torcedores chilenos que lotaram o Estádio Nacional. Com boa troca de passes, marcação precisa e boa movimentação deram uma lição de como vencer fora de casa. E vinham de duas partidas desgastantes, além da ressaca do título estadual, o que poderia fazê-los perder a concentração. 

Embora o time como um todo tenha apresentado um bom desempenho, merecem destaque as atuações de Cássio, Rodriguinho, Jadson e Jô. Os piores em campo foram Paulo Roberto, que atuou improvisado fora de sua posição original, e Clayton, que até agora não justificou sua contratação. Marlone, pelo menos, fazia uns golzinhos para nos alegrar. 

Nem bem conseguiu sua classificação, o time muda o chip e já se prepara para a estreia no Campeonato Brasileiro no próximo sábado, 13/05, às 19:00 horas, em sua Arena em Itaquera, contra o Chapecoense. 


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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Conquista na raça - É campeão

Ao empatar com a Ponte Preta por 1 a 1 no domingo, em sua Arena em Itaquera, (placar agregado 4 a 1) o Corinthians comemorou dignamente os 40 anos do Campeonato Paulista de 1977 e conquistou seu 28º título estadual. Descreditado pela imprensa, pelos adversários e até por alguns torcedores no início da temporada, o Timão superou as melhores expectativas e queimou a língua de muitos. De quarta força a campeão paulista, foi um trajeto de muita raça, comprometimento, entrega e superação. Carille, o grande comandante, soube tirar o melhor de cada jogador e levantar o ânimo do combalido elenco de 2016. Sem recursos financeiros e sem grandes contratações, soube se virar com o que tinha disponível e montar uma equipe organizada, com um padrão tático definido, aguerrida e disciplinada. E os jogadores, compactuando com a seriedade e a proposta do técnico, contribuíram com muita entrega e disciplina tática para a existência de um time capaz de almejar algo mais que a figuração no campeonato. 
Entrevista do Carille
Assim, a chamada "quarta força" foi se impondo no torneio estadual, lutando de igual para igual e, até superando adversários que se reforçaram com grandes "estrelas" do futebol, chegar, com todos os méritos, à conquista do título paulista. Título este que começou com a classificação, continuou com as eliminações do Botafogo-SP e São Paulo e culminou com o placar agregado de 4 a 1 sobre a Ponte Preta. 
O resultado final foi construído no 1º jogo em Campinas na vitória por 3 a 0. Na partida de volta na Arena Corinthians, quando poderia perder até por dois gols de diferença, sem dois jogadores fundamentais, Gabriel e Rodriguinho, o Corinthians administrou o jogo e empatou com a Macaca por 1 a 1, com gol de Romero, e sagrou-se, pela 28ª vez, campeão paulista. Talvez por ter uma grande vantagem ou pelo próximo compromisso na quarta feira, 10/05, em Santiago, no Chile, ou pelos desfalques, o jogo de volta em nossa casa não repetiu a atuação primorosa do time no Moisés Lucarelli, em Campinas. 
Mas, o importante foi o título, comemorado condignamente com a participação dos heróis de 1977 e com o encontro do Pé de Anjo Basílio e o Pé de Angel Romero, além das presenças de Tobias, Vaguinho, Vladimir, Zé Maria e de Marlene Matheus.
A festa foi linda e emocionante, digna da nossa história e das nossas tradições. 
AQUI É CORINTHIANS
Quando não dá na técnica vai na raça

Créditos e fontes de imagens e vídeo 
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domingo, 30 de abril de 2017

No Moisés DuCARILLE, o Corinthians derrubou a Macaca da Ponte

Melhores momentos
Foi um jogo pra ninguém botar defeito. O Corinthians jogou bem e sobrou. Foi firme e seguro na defesa, sólido no meio campo e preciso no ataque. O resultado poderia ser até maior, mas 3 a 0 fora de casa no jogo de ida da final do Paulistão está de bom tamanho. O Corinthians dominou a partida, nossa defesa anulou o forte trio de atacantes da Macaca, Lucca, William Pottker e Clayson, inclusive o artilheiro do campeonato, e Rodriguinho comeu a bola. O ponto negativo foi a penalização de Rodriguinho e Gabriel com cartões amarelos que poderiam ter sido evitados. Até o Raphael Klaus, que como árbitro é um caos, foi mais comedido em suas lambanças. 
Gols
Rodriguinho foi o melhor em campo com dois gols e uma assistência. Também merecem destaques as atuações de Jadson que, com a camisa 77, armou várias jogadas e fez o segundo gol, da segura dupla de zaga e do atacante Jô, com uma assistência e muita precisão nas jogadas. Mas, o time como um todo foi efetivo e preciso, tapando a boca daqueles que não acreditaram no trabalho do Carille nem na raça corinthiana. 
Dessa vez a Macaca escorregou nas cascas de banana e caiu da Ponte. Méritos para o Carille que, remontando o time que fracassou em 2016 e utilizando garotos da base, soube potencializar seus jogadores, tirando o melhor de cada um e, com o que tinha disponível, construir um time com padrão tático definido e muita entrega. 
Entrevista do Carille
Entrevista do Rodriguinho
Com o resultado, para conquistar seu 28º título paulista, o Corinthians pode perder até por dois gols de diferença no jogo da volta, marcado para o dia 7 de maio, domingo, às 16:00 horas, (de Brasília), na Arena Corinthians em Itaquera. A Ponte Preta, para superar o Timão, precisa ganhar de 4 a 0. Se vencer por 3 a 0, a decisão irá para os pênaltis. 
Após 40 anos da conquista histórica de 1977, o Corinthians tem uma enorme vantagem e poderá comemorá-la com mais um título do Paulistão. Mas apesar da vantagem, não tem nada ganho e ainda faltam 90 minutos de jogo. Para sagrar-se campeão, é necessário respeitar o adversário, manter a concentração e jogar com humildade e seriedade. 
Bastidores

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segunda-feira, 24 de abril de 2017

A caminho da Ponte

Melhores momentos
Mesmo sem apresentar um futebol bonito e com algumas oscilações, estamos na final do Campeonato Paulista. A quarta força superou a primeira, a segunda, a terceira e vai enfrentar a Macaca na decisão do Paulistão, a mesma Macaca que devorou a Baleia e derrubou a porcada da Ponte. Para quem começou a temporada desacreditada, chegar a final foi um cala boca na imprensa anti e nos secadores de plantão. 
Após vencer o São Paulo por 2 a 0 no Morumbi, o Timão empatou em casa por 1 a 1, carimbando o passaporte para a final, que será disputada em dois jogos, o primeiro no dia 30 de abril, domingo, às 16:00 horas, no estádio Moisés Lucarelli em Campinas, e o segundo no dia 07 de maio, domingo, às 16:00 horas, na Arena Corinthians, em Itaquera. 
Precisando da vitória para se classificar, o São Paulo foi mais ofensivo, mas embora com maior posse de bola, pecou pela desorganização e teve dificuldades na criação, o que levou o time a apelar para chuveiradas na área alvinegra. Nervosos, os tricolores abusaram da violência, irritando os corinthianos que, infelizmente, entraram na pilha adversária, o que resultou em alguns cartões amarelos. 
Mais organizado e bem defensivamente, o Corinthians optou em esperar o adversário e sair no contra ataque. Mas, não conseguiu ser brilhante como foi no Morumbi. Se foi bem nos desarmes, (26), errou muitos passes (59), finalizações (duas certas e 6 erradas), cruzamentos (2 certos e 8 errados) e lançamentos (16 certos e 26 errados). E bobeou no gol deles. Moisés perdeu a bola, Thiago Mendes lançou-a para Pratto, nossa defesa chegou atrasada e levamos o empate. 
Gols
O gol corinthiano saiu aos 46 minutos da etapa inicial. Jadson cobrou falta, Pratto tentou afastar e a bola sobrou para o Jô que mandou para o fundo da rede. Os tricolores reclamaram de impedimento, mas como Luccas Pratto, deliberadamente, tocou na bola, sua ação quebrou o impedimento. http://globoesporte.globo.com/futebol/times/corinthians/noticia/jo-estava-impedido-quando-fez-o-gol-veja-o-que-dizem-a-regra-e-os-especialistas.ghtml 
Com o resultado o Corinthians classificou-se para a final e manteve o tabu de nunca ter perdido para o São Paulo em Itaquera e, pela 7ª vez, eliminou os tricolores em mata mata. 
Pela primeira vez no ano, Carille terá uma semana inteira para treinar. É importante que aproveite o tempo para corrigir as falhas, treinar os fundamentos e recuperar os jogadores mais desgastados. E que o preparo seja efetivo porque na final o Timão irá enfrentar um adversário mais organizado e melhor preparado que os anteriores. 
Entrevista do Carille
Bastidores

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sexta-feira, 21 de abril de 2017

Bola pra frente

Aconteceu o inesperado e o indesejado. Eliminação é sempre ruim. Eliminação em casa e nos pênaltis é ainda pior. Ainda mais quando o time é um freguês. Mas aconteceu. E nem dá tempo de lamber as feridas e já tem outra decisão pela frente. Portanto, só nos resta enxugar as lágrimas, erguer a cabeça e nos prepararmos para o novo desafio que bate às nossas portas. Isso implica, primeiramente em tirar desse insucesso a sua lição. Onde erramos, o que faltou, onde e por que falhamos? E, principalmente, corrigir as falhas e não errar mais. 
Parar de errar passes e de perder gols, trabalhar melhor as jogadas, aumentar e manter a concentração, não errar nas substituições, treinar pênaltis e não pipocar. Na realidade, perdemos para nós mesmo. Nosso gol saiu logo, achamos que o jogo estava ganho, nos desconcentramos e levamos o empate. Aí, no abafa, tivemos que correr atrás do prejuízo e, por erros nossos, deixamos o jogo ir para os pênaltis, o que há muito tempo, deixou de ser a nossa praia. Nossos 48% de posse de bola foi, predominantemente, no campo defensivo, de 383 passes, erramos 59, de 16 cruzamentos, só acertamos cinco, e de 44 lançamentos, erramos 14. Das 16 finalizações realizadas, só 4 foram certas e só uma resultou em gol. Perdemos gols imperdíveis: dois no primeiro tempo (Jô e Romero) e três na etapa final (Pablo, Rodriguinho e Clayton). Carille substituiu mal, ao colocar o Mortinho Gabriel. ops, Marquinhos, e o estabanado Clayton. Tinha opções melhores no banco: Camacho, Pedrinho, Léo Jabá e Kazin. E nas cobranças de pênalti um experiente pipocou e outro foi displicente e errou. 
Se eu, que sou apenas torcedora, consegui enxergar esses erros, acredito que a comissão técnica, a quem compete corrigi-los, também deve ter detectado essas e outras possíveis falhas. Sei que o tempo de treino é curto, mas como a maioria dos erros foram de postura e de falta de concentração, uma conversa séria e contundente com o elenco é fundamental para o êxito do próximo desafio. 
Excesso de confiança e salto alto são atitudes soberbas e sempre levam ao fracasso. Por isso, apesar da vantagem, temos que encarar o jogo contra o São Paulo com a maior seriedade e não cometer os erros do último jogo. Humildade, concentração e comprometimento são as palavras chaves da disputa da semifinal do Paulistão. 

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